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Jornada da autoestima

Personal Development
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Quando você olha no espelho você gosta do que vê?
Quando pensa em você, tem vontade da sua companhia?
Se as respostas forem não para essas questões, é hora de reavaliar o quanto de apreço você tem por você mesma. Confesso que ao me fazer estas perguntas, há alguns anos, fiquei surpresa com o poder destruidor da baixa autoestima em todas as esferas da vida. Não importava meu potencial e nem minha capacidade real, tudo era afetado pela consideração mínima que sentia por mim mesma. Isso interferia, inclusive na forma como eu permitia que outros me tratassem. :(
Não é possível ser uma boa pessoa para outros e não se cuidar bem, não gostar de si mesma, não se respeitar. E os tempos atuais são um marco na vida da mulher que se ama cada vez menos, embora grite aos quatro quantos que é preciso se amar. Contraditório? Eu diria emblemático.
Muito se fala de algo, quando se tem falta dele. E é preciso entender porque numa época em que falamos tanto de empoderamento feminino temos mulheres tão insatisfeitas com elas mesmas. Fala-se do corpo livre, mas odeia-se cada parte do próprio corpo, grita-se a liberdade sexual, e desconhecem o prazer real, reféns da pornografia (sua ou de seus parceiros), comenta-se da tal sororidade, mas mães se sentem atacadas e solitárias entre si, falam da equidade no trabalho, contudo nota-se a ala feminina afogada na síndrome da impostora.
Como tudo isso dói!! E é dolorido porque carregam em si as marcas de uma infância sem afeto, de amizades desfeitas, de rejeições afetivas, de frustrações recorrentes e relacionamentos tóxicos. Então é o fim do caminho, é o fundo do poço? Se eu não me amo hoje, se minha autoestima é baixa, não tem solução?
Aí é que está: tem!
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