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Comportamento Alimentar na Infância

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Existe uma ideia equivocada de que comer é pura e simplesmente para suprir necessidades biológicas e de que nosso papel como profissionais de saúde e como responsáveis por famílias e crianças é de “fazer a criança comer”, e “fazer os pais executarem prescrições”. Mas comer e educar a alimentação de uma criança é um ato extremamente complexo, pois envolve também aprendizados cognitivos e ideológicos dentro das relações sociais e, portanto, dentro de muitos aspectos, em diversas áreas!
Podemos fazer com que o ato seja mecânico, continuando no papel de “fazer a criança comer”. Mas, não seria mais interessante conhecer outra perspectiva, baseada em processos educativos e de direcionamento, que promovam a autonomia e a autorregulação dos pais e dessas crianças? Algo capaz de guiá-los, através da criação de oportunidades para que todos consigam experiênciar e sentir toda a complexidade da alimentação, e a partir disso compreender que aprender a comer faz parte do processo.
O reposicionamento de papéis e o redimensionamento de expectativas, necessidades, realidade, aplicabilidade, unido a ferramentas para conduzir tudo isso, tem se mostrado um caminho possível e a nutrição comportamental unida a educação alimentar e nutricional tem validado isso.
Não conseguimos dissociar o homem biológico, do social, do psíquico, do afetivo e do cultural, SOMOS UM SÓ. A comida deve matar a fome biológica, mas deve ocupar também o espaço de mais uma entre tantas prioridades em nossas vidas. A libertação e o empoderamento do indivíduo em relação à saúde, se faz necessária e urgente, devendo ser criteriosamente repensada e redirecionada com ajustes necessários e cabíveis, fazendo sobrar tempo para que cada um possa focar seus esforços em matar a fome maior, a fome por libertação e vida plena.
Texto: Janaina Kühn Barni e Aline Padovani.
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O que você vai aprender no decorrer do curso:

- Principais queixas e desafios na condução da alimentação infantil;

- Teoria versus prática - Ideal, real, desejado, possível, necessário;

- Comportamento alimentar na infância, seus principais determinantes e influenciadores;

- O processo entre o momento da orientação aos pais no consultório e a hora em que tal orientação é aplicada na rotina do dia a dia.

- Os hábitos e a mudança de hábitos;

- Orientações em saúde, marketing, estética e emagrecimento, como influenciadores da alimentação infantil;

- A influência do comportamento alimentar dos pais na promoção de hábitos alimentares dos filhos.

- O papel dos pais e o papel da criança na educação alimentar;

- O comportamento alimentar do profissional de saúde;

- O papel do profissional de saúde;

- Transdiciplinaridade na promoção de hábitos alimentares equilibrados;

- Uma proposta para um aconselhamento profissional mais eficiente, realista e aplicável.

- Nutrição comportamental na infância;

- Educação Alimentar e nutricional na infância;

- Disciplina positiva e perfis parentais;

- A união da educação alimentar e nutricional (EAN) à nutrição comportamental, para o empoderamento familiar;

- Uma abordagem respeitosa e acolhedora;

- Promovendo a autonomia/libertação dos pais e a participação ativa da criança no processo de educação alimentar;

- Conciliação da alimentação de toda a família, adultos e crianças em um único jeito de comer;

- Redimensionamento de (expectativa x realidade x necessidade);

- Como conduzir o reposicionamento do papel dos pais e da criança;

- Uma proposta para a criação de um “comer normal”, como referencial, para o desenvolvimento de autonomia e autogestão da saúde da família e da criança; .....entre outros assuntos e atividades.

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