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Brainstem or Entire-Brain Based Declaration of Death: the Transatlantic Divide

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Depois da descrição de Mollaret e Goulon,5 o primeiro conjunto de critérios de ME foi publicado por Schwab et al.1 em 1963, incluindo ausência de respiração espontânea por 30 minutos, ausência de reflexos tendíneos de qualquer natureza, ausência de reflexos pupilares, ausência de reflexo óculo-cardíaco e 30 minutos de eletroencefalograma (EEG) isoelétrico. Segundo Diringer e Wijdicks,8 em 1966, nos anais de um simpósio da Fundação Ciba sobre transplantes de órgãos, Murray propôs critérios parcialmente diversos, incluindo midríase completa bilateral, ausência completa de reflexos em resposta à dor, ausência completa de respiração por cinco minutos, hipotensão levando a necessidade de doses crescentes de vasopressores, e EEG isoelétrico por algumas horas. Em 1971 o Minnesota Code of Brain Death Criteria10 incluiu a necessidade de diagnóstico de lesão intracraniana irreparável e a exclusão de causas metabólicas, reduziu o tempo de observação para 12 horas, estabeleceu quatro minutos de desconexão do respirador sem movimentos respiratórios para a apnéia, e restringiu a necessidade de arreflexia aos arcos que passassem pelo tronco cerebral, salientando pela primeira vez, que a lesão desta região seria o momento da irreversibilidade ("It's the point of no return"). A esse respeito, em 1976, o Reino Unido publicou seus critérios de morte do tronco cerebral, não morte cerebral ou encefálica, considerando que a perda do tronco, sede de diversas funções vegetativas e da substância reticular ascendente, responsável pelo despertar da consciência, equivaleria a morte. Neste documento do Reino Unido, também pela primeira vez, passou-se a exigir a documentação do aumento da pCO2, principal estímulo respiratório, para validação da apnéia.
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Panayiotis N. Varelas, MD, PhD é Professor de Neurologia na Universidade Wayne State, Diretor da Neuro-UTI e Sênior Staff em Neurologia e Neurocirurgia no Henry Ford Hospital. Dr. Varelas apresenta a palestra "Brainstem or Entire-Brain Based Declaration of Death: the Transatlantic Divide" onde se discute tronco encefálico versus morte cerebral por completo. Tal discussão surge em razão das diferentes formas como se tem declarado a morte cerebral em diferentes países. A principal diferença está, principalmente, entre o Reino Unido e os países que seguiam as regras do Reino Unido no passado, como a Índia, por exemplo, e o resto do mundo.

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